Férias Criativas 2012


No ambito do protocolo estabelecido entre o COC e o IPL-Escola Superior de Educação e Ciencias Socias, a Orientação esteve, uma vez mais nas Férias Cristivas 2012 a convite da Camâra Municipal de Leiria.

Pelo segundo ano consecutivo foi preocupação da Câmara Municipal de Leiria organizar ocupação adequada para as crianças, durante as duas semana de férias da pascoa. O objectivo das Férias Criativas toma a forma de preocupação em ocupar os dias das crianças do concelho de Leiria, para que estas frequentem actividades que as façam aprender e tomem o gosto por realizar tarefas construtivas.

Tal como no ano passado, o COC – Clube de Orientação do Centro, respondendo ao convite da Câmara Municipal, voltou, através da Professora Marisa Barroso, atleta deste clube e professora da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, a assegurar a atividade de Orientação e de acordo com o entusiasmo dos jovens, com bastante sucesso.

Acabou quinta-feira (29.03.2012) a primeira semana destas “Férias Criativas 2012” que fogem muito ao modelo de umas férias normais. A actividade de Orientação teve lugar juntos das margens do rio Liz no Parque do Avião, influenciando os nossos pequenos atletas, de idades entre os 7 e os 12 anos, a tomarem atenção aos assuntos mais importantes da nossa cidade.

Esta actividade teve a participação dos alunos de Desporto e Bem-estar do Instituto Politécnico de Leiria, IPL, tendo-se estes voluntariado para porem em prática o que aprenderam nos módulos de Desportos ao Ar Livre.

Esta actividade tinha de duração cerca de duas horas e meia diária, onde eram apresentados quatro percursos com uma progressão nas noções básicas de Orientação. Paralelamente também podia ser posto em prática jogos que aliciavam o gosto pela orientação.

O primeiro mapa apresentava um percurso guiado” em volta do jardim Luís de Camões e servia como diagnóstico para os monitores poderem perceber qual era o nível dos pequenos atletas.

De seguida passar-se-ia para o percurso sabichão”, com a característica de ter pontos fáceis e visíveis pois a distância entre estes também era relativamente curta. Como complemento para esta variante, em cada baliza, os participantes tinham que responder a uma pergunta sobre cidadania e cultura geral.

Os últimos dois percursos aumentavam um pouco a dificuldade tendo que o primeiro “ida e volta” era um percurso com várias balizas, no qual se poderia escolher a qual baliza queríamos ir desde que no fim picássemos todas. O último “percurso formal”, o patamar mais elevado do nível técnico da atividade, tinha já uma sequência definida para controlar os pontos, ou seja ia para a baliza 1 (ponto de controle), a seguir para a baliza 2 (ponto de controle) e assim sucessivamente até concluir o percurso.

Uma coisa importante de salientar é que os percursos normalmente fazem-se individualmente mas visto que era, na maioria, o primeiro contacto com a orientação, começar-se-ia por fazer os percursos a pares ou a trios e os que se sentissem mais capazes poderiam então fazer o formal sozinho.

Para finalizar, concluo o desempenho dos monitores desta actividade muito responsável e atenta as dificuldades de cada um para que não se sentissem excluídos, e avalio a prestação de actividades bastante positiva pois no fundo o importante é o bem-estar e este aspecto era descrito nos sorrisos de todos.

Mafalda Gomes

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